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	<title>Estética Brasil &#187; Jamile Mansour</title>
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		<title>Maquiagem semidefinitiva e tatuagem: Com ou sem dor?</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Apr 2008 00:39:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jamile Mansour</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Desde os primórdios o ser humano marca seu corpo com tintas, queimaduras, cortes ou outras marcas de forma definitiva. Sabemos que para muitos povos como os africanos, as marcas feitas na pele por materiais cortantes, correspondem à delimitação de indivíduos a pertencerem a uma tribo ou outra. Hoje muitos grupos ideológicos fazem suas marcas para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desde os primórdios o ser humano marca seu corpo com tintas, queimaduras, cortes ou outras marcas de forma definitiva. Sabemos que para muitos povos como os africanos, as marcas feitas na pele por materiais cortantes, correspondem à delimitação de indivíduos a pertencerem a uma tribo ou outra. Hoje muitos grupos ideológicos fazem suas marcas para se auto-identificarem com seus semelhantes. Outras, apenas por vaidade, fazem tatuagens com finalidade meramente estética.</p>
<p>Temos também as maquiagens semi-definitivas, que podem ser aplicadas em contorno de olhos, preenchimento e contorno de lábios, delimitação ou preenchimento de sobrancelhas, bem como, em caso paramédicos, como redesenho de auréola do mamilo reconstruído pós mastectomia, vitiligo, cicatrizes, entre outros.</p>
<p>Mediante essa infinidade de utilizações nos deparamos com o maior temor de todos&#8230; o medo da famigerada agulha e da dor que esta pode provocar.</p>
<p>Ambos os métodos são realizados com agulhas de 1 (uma) até 8 (oito) pontas, o que diferem os métodos são às vezes os pigmentos de origem sempre orgânica e a profundidade de aplicação destes pigmentos na pele.</p>
<p>A tatuagem por ser um método definitivo, é aplicada em camadas mais profundas da pele, enquanto a maquiagem é realizada em camadas mais superficiais, devido também às regiões delicadas as quais são empregadas.</p>
<p>O que os profissionais usam normalmente são pomadas à base de prilocaína, ametocaína e lidocaína com diferentes concentrações. O que não se tem muito conhecimento, não por falta de interesse e sim por falta de informação, são as diferenças entre os diversos tipos de anestésicos e principalmente métodos que aumentem o poder de analgesia dos mesmos.</p>
<p>Alguns fatores ajudam ou atrapalham a penetração destes medicamentos na pele e conseqüentemente no poder de analgesia e citamos a seguir:</p>
<ul>
<li>tipo de veículo do medicamento (pomada, creme, gel-creme, solução hidro-alcóolica);</li>
<li>concentração de princípio ativo (anestésico);</li>
<li>integridade e espessura da pele;</li>
<li>métodos de aumento de permeabilidade cutânea;</li>
<li>manutenção de analgesia durante o procedimento.</li>
</ul>
<p>Cada região e cada método têm seu medicamento específico, pois o medicamento errado aplicado em local errado, além de não causar o efeito desejado, pode provocar graves problemas de irritação e alergias.</p>
<p>Primeiro deve-se escolher o veículo apropriado para a região ao qual será aplicado.</p>
<p>Depois a pele deve ser preparada de tal maneira que faça com que o medicamento consiga romper barreiras naturais e assim ter maior poder de penetração. Após isso temos que escolher o método de oclusão (ou não) que faça com que este medicamento penetre com mais facilidade. Uma vez esse procedimento realizado, temos que saber que todo medicamento tem uma concentração de princípio ativo e este mesmo é absorvido pela pele e, após algum tempo de aplicação, parte do mesmo já foi não está mais presente e o que restou foi apenas o veículo e não mais o que queríamos, necessitando de nova aplicação.</p>
<p>A manutenção durante o procedimento é de fundamental importância, partindo do princípio que todo medicamento tem seu tempo de meia-vida, isto é, tempo que o mesmo leva para fazer efeito e ser eliminado, falando de forma muito simplificada.</p>
<p>Mediante estes fatores, indicamos aos profissionais da beleza como tatuadores e maquiadores a fazerem cursos de farmacologia de anestésicos voltados a procedimentos estéticos, com o intuito de proporcionarem aos seus clientes, maior conforto durante seus trabalhos.</p>
<p>O poder da analgesia com métodos e conhecimentos ampliados, pode sim aumentar significamente comparado aos métodos que vemos normalmente sendo realizados hoje em dia.</p>
<p>A dor como muitos falam, “faz parte”, mas convenhamos se pudermos diminuir&#8230; ufaaaaa que maravilha!!!</p>
<p style="text-align: center"><img style="border: medium none " src="http://www.esteticabr.com/wp-content/themes/esteticabr/images/blank.jpg" alt="" /></p>
<p><a title="Jamile Mansour" href="http://www.esteticabr.com/wp-content/uploads/2008/03/jamile_mansour.jpg"><img style="margin-right: 5px" src="http://www.esteticabr.com/wp-content/uploads/2008/03/jamile_mansour.jpg" alt="Jamile Mansour" align="left" /></a>por <strong>Jamile Mansour</strong><br />
Farmacêutica &#8211; Bioquímica<br />
<strong>Colunista do Portal Estética Brasil</strong><br />
<a title="E-mail para Jamile Mansour" href="mailto:jamile.mansour@esteticabr.com">Entrar em contato</a></p>
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		<title>Escovas Progressivas &#8211; Comparação de vários cosméticos no mercado</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Mar 2008 20:35:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jamile Mansour</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Cabelos]]></category>
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		<description><![CDATA[Na década de 80 a grande moda capilar e por não dizer que o grande sucesso, eram os cabelos cheios e encaracolados. Em um país como o nosso onde a maioria das mulheres possuem cabelos ondulados, a procura por métodos como permanente era algo inevitável bem como visto de certo ponto de vista elegante e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na década de 80 a grande moda capilar e por não dizer que o grande sucesso, eram os cabelos cheios e encaracolados. Em um país como o nosso onde a maioria das mulheres possuem cabelos ondulados, a procura por métodos como permanente era algo inevitável bem como visto de certo ponto de vista elegante e refinado.</p>
<p>Desde o fim dos anos 90 e principalmente de 2002 para cá, tudo muda como sempre ocorre em moda e tendências e hoje vivemos a era dos cabelos lisos e quanto mais lisos, mais desejados.</p>
<p>Em torno do ano de 2000, surgiram as tão famosas escovas definitivas que modificavam radicalmente a estrutura capilar, rompendo a ligações de cistina e cisteína e assim construindo um novo cabelo, agora liso ao extremo.<br />
Muitas amaram esse novo visual enquanto outras o achavam muito artificial pelo fato de deixarem as pontas com “cara de cabelo alisado”.</p>
<p>Bem, a definitiva com preços altíssimos e destinados apenas para as mais privilegiadas financeiramente, tornou-se a grande inovação da cosmética capilar. Mas como tudo tem suas restrições, começou-se a ver que para cabelo afros já não tinham tantas vantagens assim, uma vez que a raiz capilar ao crescer, trazia um aspecto extremamente artificial e que iriam levar a retoque mensais, inviabilizando o custo. Como o mercado de bussines não pode parar, veio então a definitiva para cabelos loiros, uma real catástrofe, pois esses cabelos que já sofrem altas modificações estruturais devido aos processos de descolorações, não agüentava mais um tão agressivo como a definitiva e tão logo percebeu &#8211; e com isso, ninguém mais falava no assunto.</p>
<p>Pensando nessa “brecha” de mercado, isto é, o da loira, veio a tão sonhada e desejada progressiva à base de formol. Sabe-se que o formol não modifica a estrutura capilar, mas sim apenas forma um filme na camada externa do fio, o conservando por certo tempo, no formato o qual foi processado pelo tratamento térmico. Isso seria a 7º Maravilha do Mundo, se não fosse tóxico e altamente alergênico e usado de forma indiscriminada por profissionais cabeleireiros e curiosos, fazendo com que através de queixas, houve intervenção severa da <strong>ANVISA</strong> (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) o que barrou radicalmente o uso do formol para processos de alisamentos capilares de modo progressivo.</p>
<p>O mercado da cosmética teve que suprir esse nicho que ficou e surgem progressivas de todos os lados e com os mais diversos e criativos nomes possíveis (chocolate, francesa, escocesa, italiana, melancia, fruta, mel) e a criatividade não tem mais fim.  Essas formulações na sua grande maioria trazem princípios ativos como o ácido tioglicólico ou tioglicolato e em outros a guanidina. Esses produtos contrariamente ao formol que não penetra na medula capilar, modificam a estrutura do fio e isso nos faz lembrar o tão conhecido <strong>alisante e relaxante capilar</strong>.</p>
<p>Ora, então não é escova progressiva e sim alisante, mas agora trazendo um novo “nome” de progressiva, pois esta é tendência de mercado. Mentira ou jogo de marketing? Julguem como achem correto&#8230;</p>
<p>Mas temos que nos apegar aos detalhes importantíssimos, recordando as mesmas precauções do alisante/relaxante, isto é, <strong>NÃO PODEM SER USADOS EM LOIRAS OU EM CABELO DESCOLORIDOS</strong> e terem um tempo de pausa de pelo menos dois meses antes ou após qualquer processo químico.</p>
<p>Isso infelizmente não é divulgado e muito menos levado em consideração, pois quando estes cabelos começam a ficar partidos e fracos, mais uma vez a indústria cosmética vem “colaborar” com cremes ultra mega modernos e caríssimos para reconstrução capilar.</p>
<p>Concluímos então que:</p>
<ul>
<li>definitivas são boas para cabelos não tingidos, não descoloridos e depende do poder aquisitivo para cabelo étnico;</li>
<li>progressivas à base de guanidina e ácido tioglicólico, ótimas para cabelos não loiros e que respeitem o tempo de pausa de processo químico, digo, dois meses antes ou após;</li>
<li>para loiras ainda temos poucas opções de mercado no que diz respeito às progressivas, o que recomendamos são as escovas de brilho, que possuem ceras de alta qualidade e óleos que darão a esses cabelos, brilho intenso bem como “peso”.</li>
</ul>
<p>Mediante este fato apresentado, <strong>que vivam os cabelos lisos e bem tratados, por métodos corretos e agora com conhecimentos técnicos</strong>.</p>
<p style="text-align: center"><img src="http://www.esteticabr.com/wp-content/themes/esteticabr/images/blank.jpg" style="border: medium none " /></p>
<p><a href="http://www.esteticabr.com/wp-content/uploads/2008/03/jamile_mansour.jpg" title="Jamile Mansour"><img src="http://www.esteticabr.com/wp-content/uploads/2008/03/jamile_mansour.jpg" alt="Jamile Mansour" style="margin-right: 5px" align="left" /></a>por <strong>Jamile Mansour</strong><br />
Farmacêutica &#8211; Bioquímica<br />
<strong>Colunista do Portal Estética Brasil</strong><br />
<a href="mailto:jamile.mansour@esteticabr.com" title="E-mail para Jamile Mansour">Entrar em contato</a></p>
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